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segunda-feira, 28 de julho de 2025

TERÇO PELA VIDA

Este "Terço pela Vida" propõe uma meditação sobre as fases da nossa existência no mundo, desde a concepção até a morte natural, meditando sobre as alegrias, desafios e esperanças próprias de cada etapa da vida.


Como Rezar o Terço da Vida

1. Início:

·  Sinal da Cruz: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

·  Oferecimento do Terço: Divino Jesus, oferecemos este Terço em desagravo aos ataques contra a vida humana e rogamos por nossas famílias para que se tornem autênticos santuários da vida, fontes de amor, perdão, acolhimento e esperança. Amém.

·  Rezar o Credo: Segurando o crucifixo, reze o "Creio em Deus Pai".

2. Nas primeiras contas:

·  Reze 1 Pai-Nosso.

·  Reze 3 Ave-Marias, em honra à Santíssima Trindade.

·  Reze 1 Glória ao Pai.

3. As Dezenas do Terço: Para cada uma das cinco dezenas, seja anunciado o "mistério" correspondente e seja feita uma breve meditação. Em seguida, reze-se 1 Pai-Nosso e 10 Ave-Marias. Ao final de cada dezena, reze-se 1 Glória ao Pai e a jaculatória: "Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu e socorrei principalmente as que mais precisarem."


Mistérios da Vida Humana

Primeiro Mistério: O Dom da Concepção e do Nascimento

·  Meditação: "Neste mistério, contemplamos o milagre da vida que se inicia. Agradecemos a Deus pelo dom de nossa concepção, pelo ventre materno que nos acolheu e pelo nosso nascimento. Lembramos com gratidão dos nossos pais e de todos que nos receberam neste mundo. Rezamos por todas as crianças que estão para nascer e por aquelas que não tiveram a chance de nascer." (Rezar 1 Pai-Nosso, 10 Ave-Marias, 1 Glória ao Pai e a jaculatória)

Segundo Mistério: A Infância e a Juventude - O Tempo do Crescimento e do Aprendizado

·  Meditação: "Contemplamos aqui os anos de nossa infância e juventude. As alegrias, as descobertas, os desafios e os aprendizados. Agradecemos pela nossa família, nossos amigos e professores. Pedimos a graça de um coração puro e a sabedoria para carregar os ensinamentos desta fase por toda a vida. Rezamos por todas as crianças e jovens." (Rezar 1 Pai-Nosso, 10 Ave-Marias, 1 Glória ao Pai e a jaculatória)

Terceiro Mistério: A Vida Adulta - O Trabalho, as Responsabilidades e a Vocação

·  Meditação: "Meditamos sobre a nossa vida adulta, com suas responsabilidades, trabalho e vocação. As alegrias do amor, da constituição de uma família ou da dedicação a um ideal. As dificuldades e os cansaços de cada dia. Entregamos a Deus nossos esforços, nossos projetos e nossas famílias. Rezamos por todos os que buscam um sentido para sua vida e seu trabalho." (Rezar 1 Pai-Nosso, 10 Ave-Marias, 1 Glória ao Pai e a jaculatória)

Quarto Mistério: A Maturidade e a Sabedoria 

·  Meditação: "Contemplamos a chegada da maturidade. Agradecemos pela sabedoria adquirida com as experiências, pelas alegrias vividas e pelos desafios superados. Pedimos a serenidade para aceitar as limitações do corpo e a generosidade para partilhar a sabedoria com os mais novos. Rezamos por todos os idosos, para que sejam valorizados e cuidados." (Rezar 1 Pai-Nosso, 10 Ave-Marias, 1 Glória ao Pai e a jaculatória)

Quinto Mistério: A Passagem para a Vida Eterna - A Esperança do Encontro com Deus

·  Meditação: "Neste último mistério, meditamos sobre a nossa finitude e a esperança cristã na vida eterna. Contemplamos a passagem deste mundo para a casa do Pai como um momento de entrega e confiança. Pedimos a graça de uma boa morte e a fé na ressurreição. Rezamos por todos os que estão no fim de suas vidas e pelas almas dos fiéis defuntos." (Rezar 1 Pai-Nosso, 10 Ave-Marias, 1 Glória ao Pai e a jaculatória)


4. Orações Finais:

·  Obrigado, Senhor, pelo dom inestimável da vida. Que posamos reconhecer em cada ser humano, por mais frágil e indefeso que seja, a Vossa imagem e semelhança. Que, sob o Vosso amparo, possamos ser incansáveis promotores da cultura da vida. Dai-nos a graça de amar, respeitar e defender a vida com o mesmo amor com que Vós nos amastes. Amém.

·  Oração do Nascituro: “Nós vos louvamos, Senhor Deus da Vida. Bendito sejais, porque nos criastes por amor. Vossas mãos nos modelaram desde o ventre materno. Nós vos agradecemos pelos nossos pais e por todas as pessoas que cuidam da vida desde o seu início até o fim. Em Vós somos, vivemos e existimos. Abençoai todos os que zelam pela vida humana e a promovem. Abençoai as gestantes e todos os profissionais da saúde. Dai às pessoas e às famílias o pão de cada dia, a luz da fé e do amor fraterno. Nossa Senhora Aparecida, intercedei por nossos nascituros, nossas crianças, nossos jovens, nossos adultos e nossos idosos, para que tenham vida plena em Jesus, que ofereceu sua vida em favor de todos. Amém.”

·  Sinal da Cruz: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.




  

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Proteger e valorizar a vida




A vida humana está constantemente sob ameaça. O aborto é uma triste realidade que mata a vida nascente, não só, a vida vem sendo desprezada em todos os seus estágios. Há projetos que têm por objetivo permitir a eutanásia e o suicídio assistido, garantindo o que chamam de direito de antecipação da morte. Fatores sociais também contribuem para desfavorecer a promoção da vida, tais como: desemprego, abandono de incapazes – tanto de crianças como de idosos –, violência no trânsito, omissão do Estado, conflitos armados, degradação da natureza, entre outros fatores. Não podemos ser indiferentes.

Fortalecer a família é a resposta, não apenas para as questões relacionadas à defesa da vida, mas ao mesmo tempo é a resposta para a solução de tantas outras mazelas sociais. A promoção, respeito e valorização da vida deve começar na família. Se cultivados o cuidado, o carinho, a solidariedade, o respeito entre os membros de uma família, entre amigos, na comunidade, certo que se formará um ambiente mais propício ao cuidado com a vida, que será protegida em todas as suas fazes, sob qualquer circunstância. Quem aprende a amar, ama, cuida de si mesmo e igualmente cuida dos outros.

É necessário romper a barreira da indiferença e voltar o nosso olhar para o irmão que sofre, mesmo sem vínculo de parentesco ou amizade, gastar o nosso tempo com quem precisa de atenção. É necessário respeitar, defender e promover a vida, de forma que todos a tenham, e a tenham em abundancia (João 10,10). Sigamos o exemplo do bom samaritano (Lucas 10, 25-37) que não desviou o seu caminho, aproximou-se e movido pela compaixão cuidou do seu próximo.


Jeandré C. Castelon
Advogado e teólogo

Imagem: https://bit.ly/2uh5Cz2

Compromisso com a vida, caminho para a santidade




A Campanha da Fraternidade 2020 promovida pela Igreja Católica no Brasil tem como tema "Fraternidade e Vida: dom e compromisso" e o lema "Viu, sentiu compaixão e cuidou dele".


Especialmente inspirada na figura do bom samaritano, personagem anônimo retratado no Evangelho escrito por Lucas (10, 25-37) que não se omitiu, viu, sentiu compaixão e cuidou do seu próximo. Também é proposto como modelo, Santa Irmã Dulce dos Pobres, brasileira canonizada em 13 de outubro de 2019, conhecida como “o anjo bom da Bahia”, dado às suas ações em prol dos desfavorecidos.

Não só durante a campanha da fraternidade, durante todo o ano de 2020, digo até, durante todo o caminho de conversão, o tema e o lema da Campanha da Fraternidade 2020 inspiram o compromisso com a promoção, respeito e defesa da vida. Sugere rompermos com a indiferença e nos compadecermos com a dor do próximo, com a vida em todos os seus estágios, para que todos tenham vida e a tenham com abundância.

Um árduo caminho para a santidade, que me parece por vezes, dado às limitações humanas, difícil de ser alcançado. Mas no caminho da fé não se pode ficar atado às limitações, "não há limites para a misericórdia de Deus", que certamente se alegra ao observar o esforço daquele que se oferece ao cuidado do próximo, ainda que aquele que se propõe a cuidar necessite de semelhante atenção.


Jeandré C. Castelon
Advogado e teólogo






Santa Dulce dos Pobres / O Bom Samaritano


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Meu corpo, minhas regras





Esse é o slogan da mais nova campanha abortista encabeçada por atores de fama nacional que atuam em telenovelas produzidas por uma grande emissora de TV. A um ou dois anos atrás a mesma emissora e outros atores, talvez não tão famosos assim, lançaram uma campanha a favor da legalização do aborto, alegando ser o tema tabu e que o “aborto seguro” (quando só o bebê morre) seria questão de saúde pública, visando proteger as mulheres. Mentira! O SUS enfrenta muitas dificuldades para oferecer o mínimo necessário para atender as necessidades dos cidadãos brasileiros. Legalizar o aborto significa retirar dinheiro da saúde pública que poderia ser investido em novos hospitais, maternidades, aumento do número de médicos, entre outras melhorias, e empregá-lo a favor de mulheres que decidirem por interromper a gravidez.

A campanha “meu corpo, minhas regras” também ofende os cristãos, pois ridiculariza a Bíblia e debocha de Maria, mãe de Jesus. Com certeza eles não sabem que mais de 86% da população brasileira se denomina cristã, segundo dados do IBGE. E como cristãos, não só por uma questão de fé, mas também por princípios morais, defendem a vida desde a concepção até a morte natural.

Assassinar bebês só porque a mãe e o pai não se preveniram das consequências advindas de uma relação íntima não é nem de longe a melhor atitude. Matar um embrião, um feto, ou um bebê, agir com essa frieza só porque ele ainda não fala, porque ainda não é capaz de se defender, é um grande absurdo.

Nota-se no mundo uma cultura de morte. Em alguns países a eutanásia ou o suicídio assistido é permitido. Um número ainda maior de nações permite o aborto em qualquer situação, bastando o livre desejo da mulher interromper a gestação.

Confesso que fiquei muito triste e preocupado com a referida campanha, e pelo que constatei pela internet a maioria das pessoas também não gostou. O vídeo de divulgação foi reprovado pela maioria esmagadora de pessoas que o assistiram, que ao final da exibição clicaram em “não curti”.

Imaginem, o dinheiro dos cidadãos brasileiros, sufocados com cada vez mais impostos, sendo usado para deliberadamente financiar o aborto. Não se deve esquecer a quantidade de pessoas que esperaram por um ou dois anos até chegar a vez de serem submetidos a uma cirurgia eletiva. Os abortos, se legalizados, precisariam ser realizados com a máxima prontidão, pois em nove meses a criança nasceria, e assim há a iminente necessidade de eliminá-la o mais rápido possível.

Ser mãe, poder gerar uma vida, é um dom maravilhoso reservado exclusivamente às mulheres. Conheço tantas famílias que lutam tanto para poder ter um filho biológico e não conseguem. Conheço também tantas mulheres que vitimadas por um aborto espontâneo, sofrem por longos anos, lamentando a interrupção involuntária da gestação.

Todos os seres vivos possuem dois instintos naturais básicos, que são eles: a alimentação e a reprodução. Interromper uma gestação de forma inadvertida não é só uma atitude cruel e desumana, afinal, uma vida é ceifada, é uma atitude que afeta negativamente toda a espécie humana, podendo até, acredito eu, colocar em risco sua existência.

Jeandré C. Castelon

Advogado e Membro da Pastoral Familiar


Imgaem: http://migre.me/s1LGC


Nos Jornais: Gazeta de Toledo / Umuarama Ilustrado / O Paraná (10.11.15)


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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Boa Morte?



De origem grega, a palavra eutanásia, em sentido literal significa “boa morte” ou “morte sem dor”.  Mas será mesmo?

A eutanásia, é definida como o procedimento pelo qual uma pessoa em estado terminal, ou portadora de doença incurável que esteja em sofrimento constante, seja auxiliada a morrer rapidamente e sem dor. No Brasil a legislação tipifica a conduta como crime de homicídio.

No mundo pelo menos cinco países permitem a eutanásia. A Holanda foi a pioneira e desde 2002 pessoas com total consciência, portadoras de doenças incuráveis e que padecem com dores consideradas insuportáveis, podem solicitar ajuda para interromper a própria vida. Logo depois, no mesmo ano, a Bélgica inovou e permitiu também que pessoas saudáveis pudessem deixar registrado o desejo de morrer, para o caso de que eventual doença as deixassem inconscientes.

Na Suíça e na Alemanha a eutanásia é proibida, contudo, o suicídio assistido é permitido, ou seja, a pessoa deve livremente realizar os procedimentos para sua morte sem ajuda direta de terceiro. A Suíça possui uma legislação ainda mais liberal que da Alemanha, permitindo que entidades orientem e ofereçam estrutura para a realização do mórbido procedimento, tornando o país famoso no mundo pelo “turismo da morte”. Pessoas de diversas nacionalidades viajam para a Suíça com o fim último de ceifarem a própria vida. Obviamente que o processo é oneroso e os pacientes desembolsam altas somas para poderem ter acesso ao procedimento fúnebre.

Em alguns estados Norte-americanos a eutanásia, quando possível a manifestação da vontade particular, é permitida.

Também não é raro nos depararmos com muitos casos de pessoas que recorrem à Justiça pleiteando o direito de desligarem os aparelhos que mantêm vivo um ente da família. Muitas vezes a solicitação é atendida. Nestes casos, acredito que não se trata mais do direito de morrer, mas sim, do direito de matar.

Inúmeras são as situações de pessoas que padecem de mal incurável e mesmo que em casos extremos, imóveis e prisioneiras dentro do corpo atrofiado e inerte, conseguem manifestar o desejo de viver, mesmo que somente através de pequenos movimentos do globo ocular. É comum a pessoa estar consciente, com a inteligência totalmente preservada. Há casos em que nenhum tipo de manifestação física seja possível. Imagine a sensação horrenda que alguém possa sentir quando escuta uma pessoa querida decidir que é chegada a hora de morrer sem poder fazer nada a respeito. Importante destacar que, pela fé e esperança, virtudes presentes na maioria dos seres humanos, em alguns casos, pacientes que estavam com os dias contados despertam e recobram a vida.

É relevante mencionar ainda, que na Alemanha nazista a eutanásia, mesmo em casos sem a anuência do paciente, foi responsável pela morte de milhares de pessoas consideradas incuravelmente doentes, bastando para tanto um exame médico neste sentido. Nessa época pessoas idosas, deficientes físicos e doentes mentais eram arrancadas de suas famílias e assassinadas. Essas pessoas eram consideradas improdutivas, não poderiam trabalhar e contribuir para o Regime. Defendia-se o dever de exterminar aqueles cujas vidas eram consideradas "indignas de serem vividas”.

Na realidade, as pessoas doentes ou com alguma deficiência precisam ser respeitadas e merecem tratamento digno. Devem ser amparadas para que possam ter uma vida com a qualidade tão normal quanto for possível.

Acredito que todo o esforço em defesa da vida humana deva ser empregado, desde a concepção até a morte natural. A vida é uma dádiva. Permitir a eutanásia ou o suicídio assistido é extremamente nocivo e perigoso, não só porque fere o direito natural à vida, mas também porque é impossível atestar a idoneidade moral de um carrasco.

Jeandré C. Castelon
Advogado e membro da Pastoral Família


Imagem: http://migre.me/rSC6V

Nos Jornais: Umuarama Ilustrado / Gazeta de Toledo / Jornal o Paraná

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Aborto: não é questão de saúde pública!


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A mídia tem divulgado reportagens defendendo que o aborto seria questão de saúde pública. Que muitas mulheres são mortas em razão de abortos inseguros realizados em clínicas clandestinas e em situações impróprias. Inclusive em telenovelas esta falsa informação tem sido veiculada, com o nítido intuito de influenciar a opinião pública.

Até mesmo “grandes artistas” defendiam na televisão que “precisamos falar sobre aborto”. Mas, não se engane a intenção não é boa.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, no Brasil estima-se que 1 milhão de abortos são realizados por ano. Isso representa aproximadamente 2 abortos por minuto.

Segundo a revista TPM, a cada 2 dias uma brasileira morre por “aborto inseguro”. Embora o próprio SUS informe que o número de mortes anuais por aborto ilegal no Brasil não chega a cinqüenta. No ano de 2012, foram registradas 69 mortes por aborto, incluindo abortos espontâneos [1].

Quando comparados o número de abortos realizados com o número de mortes de mulheres informado pela citada revista (que é muito maior do que o número noticiado pelo SUS), observa-se que precisam morrer 5.494 crianças para cada mulher que morre em razão de um “aborto inseguro” no Brasil.

O termo “aborto inseguro” é no mínimo curioso, pois neste caso é quando morre a mulher. Em contrapartida, para quem defende o aborto, o mesmo teoricamente seria “seguro”, quando morre apenas a criança.

No mundo, estima-se que 58.400 mulheres morrem em decorrência de um aborto clandestino. Enquanto que 2.460.000 das mortes no mundo são decorrentes de diarréias (isso mesmo, diarréias), conforme atesta a Organização Mundial de Saúde, no documento “The top 10 causes of death”[2]. 

Aborto nunca foi, e provavelmente nunca será questão de saúde pública. É muito mais importante investir em saneamento básico, em fazer chegar água tratada às pessoas, em diminuir os índices de poluição, do que em políticas que incentivem a prática do aborto.

Nunca é demais lembrar que a Igreja Católica defende a vida humana desde a concepção até a morte natural.

“A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção. Desde o primeiro momento de sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida.” (Catecismo da Igreja Católica § 2270).
 Jeandré C. Castelon

1- http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/mat10uf.def

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