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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Algumas citações da Santa Madre Teresa de Calcutá



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Madre Teresa de Calcutá (1910-1997)


Se você não puder alimentar cem pessoas, alimente pelo menos uma.
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Não podemos mostrar a Cristo nosso amor, porque não podemos vê-Lo. Mas diariamente encontramos nossos vizinhos - podemos fazer por eles o que gostaríamos de fazer por Cristo.
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O amor, para ser verdadeiro, tem de doer. Não basta dar o supérfluo a quem necessita, é preciso dar até que isso nos machuque.
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Dê ao mundo o melhor de você. Mas isso pode não ser o bastante. Dê o melhor de você assim mesmo. Veja você que, no final das contas, é tudo entre VOCÊ e DEUS. Nunca foi entre você e os outros.
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Quando uma mãe pode matar seu próprio bebê, o que resta da civilização para ser salvo?
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Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas a usar a violência para obterem o que querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.
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As pessoas boas merecem nosso amor; as pessoas ruins, precisam dele...
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A todos os que sofrem e estão sós, dai sempre um sorriso de alegria. Não lhes proporciones apenas os vossos cuidados, mas também o vosso coração.
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Meu segredo é simples; eu rezo!
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Se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não se matarem?
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A falta de amor é a maior de todas as pobrezas.
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Deus não me chamou para fazer sucesso, mas pare ser fiel.
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A nossa vida, para que seja rica em frutos, deve encher-se de Cristo; para poder comunicar paz, alegria e amor, devemos tê-los dentro de nós, porque ninguém dá o que não tem.
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As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo. Somente, tiram o melhor de tudo o que encontram em seu caminho.
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Seja fiel nas pequenas coisas porque é nelas que mora a sua força.
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Eis porque o aborto é um pecado tão grave: não somente se mata a vida, mas nos colocamos acima de Deus; os homens decidem quem deve viver e quem deve morrer.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

A vida em doze semanas: diga não ao aborto!




Com doze semanas de gestação, o coração do bebê bate forte dentro do útero materno.  O bebê é capaz de mexer os bracinhos e os dedinhos das mãos e dos pés, já movimenta a boca e pode piscar os olhos.

Com doze semanas de gestação, o cérebro continua a desenvolver-se; os dedos das mãos e dos pés estão separados; os cabelos e as unhas começam a crescer; os ossos, cada vez mais rígidos; desenvolvem-se as cordas vocais; os genitais externos começam a diferenciar-se; o aparelho digestivo já é capaz de absorver nutrientes; o coração está formado e funciona, bombeando sangue para todas as partes do corpo; a partir da 10ª semana, por meio de um exame de sangue, é possível saber o sexo do bebê, e com o ultrassom, à partir da 18ª semana.

Com doze semanas de gestação, o bebê está formado, a partir de agora o risco de um aborto espontâneo é drasticamente reduzido.

Com doze semanas de gestação, os pais já estão preocupados com as roupinhas, as fraudas, a banheira, o carinho para transportar o bebê, e tantas outras coisas que implicam na chegada de um filho. A expectativa é grande. Os pais derramam sobre o ventre materno todo o seu amor e até, com é muito salutar, conversam com o feto.

Lamentavelmente, existem aqueles que desejam no Brasil, descartar esta nova vida. Existe um projeto de Lei que pretende descriminalizar o aborto dentro das doze primeiras semanas de gestação, e que o aborto seja realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, que o dinheiro público financie o mórbido procedimento.

Madre Tereza de Calcutá, canonizada no dia 4 de setembro de 2016, certa vez disse que o aborto é “ um assassinato direto da criança inocente, assassinato pela própria mãe”, disse também que “o aborto pode ser combatido mediante a adoção”. Quem não quiser as crianças que vão nascer que as entregue à adoção. Falou ainda: “Eis porque o aborto é um pecado tão grave. Não somente se mata a vida, mas nos colocamos mais alto do que Deus; os homens decidem quem deve viver e quem deve morrer”.

Jeandré C. Caselon

Advogado, pós-graduado em Cultura Teológica, membro da Pastoral Familiar




segunda-feira, 9 de março de 2015

O mapa da fome




                                       Segundo recente relatório realizado pela ONU, houve um decréscimo de pessoas que passam fome no mundo. Contudo, o número de famintos ainda é muito alto, e preocupante. Este levantamento aponta que uma em cada nove pessoas no planeta passa fone, pelo menos 805 milhões de seres humanos, o que representa quatro vezes a população do Brasil.

Este número é ainda maior se isolada a estatística sob a África subsaariana (porção de terras localizada ao sul do Deserto do Saara – pejorativamente chamada de “África Negra”), onde o número de subnutridos é de 25% das pessoas, ou seja, uma em cada quatro. Por sua vez, o Continente Asiático, onde se concentra mais de 60% da população mundial, reúne dois terço dos indivíduos subnutridos do mundo.

No Haiti a situação é ainda mais degradante. Metade da população sofre de desnutrição crônica. Muitos ainda consomem uma espécie de bolacha feita de manteiga misturada ao barro (isso mesmo, eles comem terra), como única fonte de alimento. Os haitianos ainda tentam se recuperar do catastrófico terremoto que destruiu o país em 2010. Curioso é que a vizinha República Dominicana, situado na mesma ilha caribenha, é famosa por receber turistas do mundo inteiro, inclusive brasileiros, que se banqueteiam nos luxuosos resorts all inclusive, onde a comida além de extremamente farta e variada, é servida à vontade.

Tenho plena convicção de que a produção de alimentos no mundo é mais do que suficiente para garantir o sustento digno de todas as pessoas. Mas, a distribuição justa dos víveres esbarra na imensa rocha dos interesses econômicos. O alimento só chega às mesas de quem é capaz de garantir lucro. Da mesma forma o acesso à saúde é restrito às pessoas de maior poder aquisitivo.

No Brasil, também não é diferente, embora a mesma estatística apontar que houve diminuição no número de pessoas desnutridas, ainda muitos sofrem pela falta de alimento. Mesmo na região sul e sudeste, onde se concentra maior desenvolvimento social e econômico, milhares ainda não se alimentam de forma digna.

Certo que estamos diante de um grande problema, difícil de ser solucionado. Porém, se pudermos contribuir só um pouquinho, é possível diminuir o sofrimento daqueles que padecem pela falta de pão. Madre Teresa de Calcutá dizia que não se deve preocupar-se com números, que quem for capaz inicie ajudando uma pessoa por vez, começando com quem estiver mais próximo. Dizia também: “se você não puder alimentar cem pessoas, alimente pelo menos uma”.

Dar de comer a quem tem fome, quem sabe seja a maior das obras de caridade. O profeta Isaias anuncia: “se deres do teu pão ao faminto, se alimentares os pobres, tua luz levantar-se-á na escuridão, e tua noite resplandecerá como o dia pleno” (Is 58,10). Se puder ajudar, comece agora. Comece ofertando um quilo de alimento, ou um litro de leite, sem sobra de dúvidas, fará toda a diferença.

Jeandré C. Castelon



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